Construir um sistema hidropônico

Hidroponia geralmente significa o cultivo de plantas em água sem o uso de solo. Quando este fenômeno era novidade, era um pouco mais complicado e acabava sendo “confinado” às pessoas experientes, que sabiam sobre jardinagem e tinham conhecimento técnico.

Mas agora, com o avanço no campo tecnológico o cenário mudou completamente e é possível que todos possam criar um sistema de hidroponia a partir do zero, isso também com poucas despesas. Não é necessário ser um técnico para construir este sistema. Se você for capaz de inserir um tubo em uma bomba de água e fixar em um reservatório, o sistema hidropônico poderá ser criado facilmente.

Cinco passos para construir um sistema hidropônico:

1. Arranjo

Esta é a parte essencial do procedimento e não é muito difícil ou complicado. Primeiramente é preciso decidir as espécies de plantas a serem cultivadas. O projeto será definido com base nesta escolha. O sistema deve ser executado de acordo com a exigência de cada espécie de planta.

Para as plantas que dependem de água abundante, sistemas hidropônicos de fluxo e refluxo são considerados melhores, enquanto para outros, o sofisticado sistema de gotejamento é recomendado. Uma vez decidido o que será cultivado, é recomendável que se faça uma pesquisa para verificar qual é o sistema mais adequado à sua escolha. Quando isso for resolvido, compre as plantas. Na internet podem ser encontrados alguns sites que oferecem planos de hidroponia gratuitos.

2. Elementos constitutivos

Estes podem ser encomendados online ou comprados em lojas especializadas. Eles formam uma parte importante do sistema. Diversos sites na internet oferecem listas de componentes, além de guia sobre como criar um sistema hidropônico a partir do zero.

Depois de saber quais componentes são necessários, é hora de comprá-los.  Escolha os componentes exatos que estão citados na lista. Nunca tente coisas similares. Uma simples mudança pode alterar o funcionamento do seu sistema. Lembre-se que os itens da lista são escolhidos por pessoas especializadas com base no melhor para o sistema.

3. Construção do sistema

Depois das compras, é hora de começar a construir o sistema. Tente construir um que possa durar bastante tempo.

Há certas coisas que você deve saber nesta fase. Procure pelas dimensões, equilíbrio e ângulos corretos. Comece colocando as peças maiores, como um recipiente de nutrientes em um lugar seguro, onde ele permanecerá em equilíbrio. Depois, anexe as bandejas de acordo com a exigência do seu sistema hidropônico. Certifique-se que esteja usando equipamentos de apoio, se sentir que o tabuleiro não está em equilíbrio e seguro para permanecer constante para o recipiente.

4. Não ignore os pequenos detalhes

Muitas vezes, um sistema perfeitamente hidropônico pode ser arruinado por ignorar pequenas coisas. Algumas delas podem passar despercebidas quando se está construindo um sistema. Portanto, é melhor e recomendável fazer uma verificação final e completa quando a fase de construção do seu sistema hidropônico acabar. É melhor examinar os acessórios como tubos soltos, bombas não funcionais, tubos de ar e sistema de drenagem sem limites pelo menos uma vez. No caso de suspensão do sistema que estão sendo usados??, verifique se estão bem e devidamente montados.

5. Diversos

Isto é tudo o que um sistema hidropônico pode oferecer a uma planta: oxigenação e nutrientes, mas um vegetal geralmente requer mais do que isso. É também exigida uma boa temperatura, umidade e luz solar para que a planta cresça bem.

Componentes extras, como umidificadores, luzes hidropônicas, sistemas de refrigeração e assim por diante, não são partes de um sistema hidropônico, como procedimento. A adição destes componentes ao sistema não só é muito necessária, mas benéfica também.  (Redação CicloVivo)

Reaproveitando óleo e lâmpadas

Com apenas um litro de óleo de cozinha descartado inadequadamente, pode ser contaminados milhares de litros d’água, causando um grande problema ambiental. Porém, poucos sabem o que fazer com esse material que não vai mais ser utilizado. Uma das soluções para evitar a poluição das águas é ir armazenar o óleo de cozinha usado em garrafas PET e depois entregá-la a locais especializados que vão dar as devidas destinações. Esse resíduo pode ser usado para a fabricação de biocombustível, produção de sabão ou fertilizantes, entre outras coisas.

Esse óleo de cozinha também pode ser usado como combustível para uma lamparina.

Imagem

Material

– Uma lâmpada queimada; Óleo de cozinha usado e filtrado; Sal ou areia (material granular); Uma tampinha metálica;

– Cola; Arruela; Fita crepe; Martelo; Chave de fenda; Alicate; Prego pequeno; Tesoura; Régua; Meia velha.

Método

1º passo: preparo da lâmpada. Tire o fundo de metal da lâmpada com auxílio do alicate, a seguir quebre o vidro preto, também do fundo, com a chave de fenda. É necessário ter cuidado com a força, para não quebrar a lâmpada. Observe que a lateral metálica irá permanecer intacta.  Depois de tirar ambas as partes, pegue a chave de fenda e quebre a parte que tem dentro da lâmpada. Depois de “limpa” e com um buraco no fundo do bulbo, a lâmpada está pronta para receber o sal, que deve ser usado somente em caso de escolha por uma lâmpada branca. O sal ou a areia, irá tirar a “tinta” presente na lâmpada. Para isso, coloque uma quantidade de sal grosso dentro do bulbo, tampe o fundo e agite até o vidro ficar transparente. Feito isso, o sal pode ser descartado.

2º passo: pegue uma folha de jornal, coloque sobre a mesa para não sujá-la com cola. Coloque em cima do jornal um pedaço de fita crepe que seja capaz de segurar a arruela e as laterais da lâmpada. Em seguida, posicione a arruela no centro desta tira de fita crepe e passe uma fina camada de cola no círculo interno da arruela. Cole a lâmpada na arruela e envolva-a com as abas da fita que sobraram para fixar. Espere secar por uma hora para que fique seguramente fixado e retire a fita. Este será o suporte da lamparina.

3º passo: pegue a tampinha e com a ajuda do martelo e do prego, faça um furo no meio da tampa. Corte uma tira da meia velha, com aproximadamente 1,5 cm de largura por 15 cm de comprimento.

4º passo: observe que a tampa não se encaixa perfeitamente na boca do bulbo. Portanto, para que fique fixo de forma segura envolva-o com fita crepe. O excesso de fita pode ser cortado com uma tesoura.

5º passo: pegue a tampinha metálica furada e com auxílio do prego, passe a tira de meia pelo buraco. Deixe para fora 1,5 cm de tecido. Rasgue um pedaço do jornal que estava sendo utilizado como proteção e faça um funil. Despeje o óleo dentro da lâmpada até a metade ou um pouco menos. Tire o funil e tampe a lâmpada, apertando bem. Assim, a lamparina estará pronta para uso, basta acender com um isqueiro ou fósforo.

O óleo geralmente é classificado como combustível não inflamável, ao contrário da gasolina ou do álcool, isso o torna muito mais seguro. Os detalhes da lamparina podem variar de acordo com a criatividade de cada um.

De: CicloVivo

Exemplo de como conter enchentes.

Siemens – respostassustentáveis

Fonte: Prefeitura da Cidade do Rio de JaneiroFonte: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Os engenheiros japoneses levaram 17 anos pra terminar o projeto G-Cans, a maior infraestrutura subterrânea do mundo. Essa rede de túneis de 6 km ajuda na prevenção de uma velha conhecida brasileira: as enchentes.  Mais de 14 mil turbinas bombeiam 200 toneladas de água por segundo e minimizam os transbordamentos e enchentes. Os conhecidos “piscinões” servem para acumular grandes volumes de água da chuva, reduzindo os picos das vazões. A instalação canaliza os rios até um gigantesco tanque que ajuda o Japão a enfrentar as temporadas de chuva e até as de furacões.

Parece trabalho de formiguinha e é. Duas espécies da Amazônia brasileira criaram uma arquitetura para evitar inundações dos temporais. A solução foi uma rede de canais de drenagem que leva a água da chuva para os níveis inferiores do formigueiro. Esses reservatórios retêm a água apenas pra dar tempo de ela ser absorvida pelo solo.  As obras cariocas, inspiradas nestes insetos da Amazônia para o controle de enchentes, ainda estão em andamento.

A Prefeitura do Rio de Janeiro tinha prometido inaugurar o primeiro dos cinco “piscinões” da Grande Tijuca em dezembro do ano passado. Agora, a conclusão está prevista para o fim deste semestre. Esse reservatório é o menor dos cinco e tem capacidade pra captar 18 milhões de litros de água – ou oito piscinas olímpicas. Os tanques de amortecimento de cheias e as obras de desvios de dois rios da região até o momento custaram R$ 292 milhões, para os governos federal e municipal. A promessa é que tudo esteja pronto até o primeiro semestre de 2014. As obras vão ajudar a amenizar as históricas inundações que há um século causam transtornos na cidade. E vão mostrar que a Cigarra não é mais carioca.

Consumo colaborativo.

Siemens-respostassustentáveis

Fonte: Rachel Botsman – What’s mine is yours / Divulgação

Nem só de gatos, fotos de comidas e frases feitas de autoria duvidosa vive a internet. A revolução da distribuição de conteúdo encontrou-se com a preocupação com o meio ambiente e a manutenção de hábitos sustentáveis e fez surgir na rede um novo tipo de relação comercial: o consumo colaborativo. Dividir já era um hábito bem-visto, desde os cristãos até os marxistas, e assim por diante, mas vem se tornando, também, lucrativo e transformando as relações humanas através da rede.

Não é de hoje que, nos EUA, os edifícios oferecem uma lavanderia coletiva aos seus moradores, permitindo que eles paguem uma quantia irrisória para lavar suas roupas em vez de terem que comprar uma máquina. Faz sentido, portanto, comprar uma furadeira para pendurar um quadro e depois abandoná-la por anos? Por que não alugar, emprestar ou até trocar, durante o período ocioso, sua furadeira por um produto que você precise e que esteja igualmente parado em poder de alguém que queira furar a parede? O mesmo vale para carros, quartos, liquidificadores e até livros.

O consumo colaborativo se baseia na ideia de que mais importante do que possuir um produto é ter acesso à experiência que ele propicia. Com isso, dezenas de sites, unindo antigas ideias de escambo com novos conceitos de compartilhamento virtual, incentivam a locação ou troca dos mais diversos serviços e produtos. Exemplos se multiplicam no mundo, como aluguel de quartos ou mesmo de apartamentos, compartilhamentos de automóveis, de conhecimentos específicos, videogames, guias de viagem e até troca entre produtos sem que se gaste um tostão.

Dessa forma, não só se funda um novo setor da economia – não são poucos os exemplos de investidores que tiram desse tipo de empreitada seu principal lucro – como também as grandes corporações obrigam-se a tornar-se mais humanas e acessíveis. O usuário economiza dinheiro, tempo e espaço, contribui com o meio ambiente e constrói relações mais próximas ao passar de consumidor passivo a colaborador ativo.

 

Polir e manter madeira, vime, inox e até ferramentas de jardim. Vários usos para um só produto: Azeite de oliva.

O azeite de oliva é considerado um dos mais importantes e antigos óleos vegetais comestíveis do mundo. Comercializado por toda a parte, ele é responsável por sabor e aroma únicos. O azeite é produzido a partir da prensagem de diferentes tipos e tamanhos de azeitonas (essa diferença pode fazer com que o produto final seja mais ou menos ácido).

Utilizado principalmente para temperar saladas, verduras e legumes, esse óleo também traz diversos benefícios à saúde (veja mais aqui) e está substituindo o óleo de cozinha para refogar e fritar alimentos. Além de tudo isso, o azeite não polui o meio ambiente, ao contrário do óleo de soja, que se for descartado incorretamente contamina rios (aproveite para ver aqui como fazer sabão do óleo de cozinha usado).

Mas você já pensou que além dos benefícios ao coração, à pele, às unhas e ao cabelo, o azeite de oliva pode fazer maravilhas fora da cozinha? Por incrível que pareça, ele é um poderoso agente de limpeza. Acompanhe abaixo cinco truques caseiros que utilizam azeite:

Polimento de móveis de madeira – em vez de comprar polidores de móveis que contêm substâncias tóxicas, como os VOCs, dê um trato na sua mobília de madeira com azeite. O óleo vegetal vai ajudar a remover a poeira, proteger sua madeira de arranhões e prevenir futuros anéis de bebida. Para fazer isso, você deve misturar duas partes de azeite com uma parte de suco de limão e aplicar na madeira com um pano de microfibra ou gaze em um movimento circular. Certifique-se de usar essa mistura apenas para madeiras acabadas – para as inacabadas, use óleo mineral;

Limpar ferramentas de jardim – coloque um pouco de azeite em um pano velho e limpo e aplique a solução nas partes de metal de suas ferramentas de jardim. O azeite vai ajudar a evitar o acúmulo de sujeira. Ao terminar a jardinagem, utilize o mesmo pano para limpar as ferramentas;

Corrigir porta que range – o ranger de uma porta é um som bastante irritante. E o mais incrível é que o azeite resolve. Com ele, você consegue lubrificar as dobradiças e silenciar o barulho da porta. Basta colocar azeite em um pano ou cotonete de algodão e aplicar diretamente no topo da dobradiça estridente;

Proteja móveis de vime – para ajudar a manter os móveis de vime inteiros e sem a possibilidade de racharem, esfregue cuidadosamente azeite quente na mobília com um pano limpo. E para alcançar as partes menores dos móveis, utilize um pincel antigo;

Brilhar aço inoxidável – verifique se o aço está livre de sujeira antes de dar um brilho. Basta utilizar uma bucha vegetal, água quente e sabão para limpar todos os detritos. Depois, coloque azeite em um pano limpo e macio (um de microfibra funciona bem) e passe em movimento circular com uma pressão firme até que a superfície fique brilhando; Redação: e-cycle

Impressão de estradas de tijolos.

Tiger Stone é uma máquina de pavimentação holandesa que usa a gravidade e um motor elétrico para “imprimir” estradas de pedra e tijolo.
É uma máquina de seis metros de largura, capaz de assentar 400 metros quadrados de estrada por dia e uma de suas vantagens é a diminuição de resíduos.pavimento

Impressora de pavimento 2

Ao final a máquina sendo transportada por caminhão. Prático e rápido.

Dicas para conservar roupas.

croqui_barbie_1Como é grande a concorrência com produtos importados, veja bem se vale a pena comprar aquela blusa básica da mesma marca que você comprava a alguns anos atrás. Mas com certeza você encontrará uma blusa bem parecida nas lojas de saldos, é só garimpar, e ainda terás roupas de qualidade no armário. Se não, terás que comprar duas ruins, que com certeza são ruins de passar, encolhem, desbotam,…um horror , sai mais caro e se for algodão dá para perceber a diferença até no conforto de vestir;

Quando for comprar uma calça, pense o quanto você gastará, se você ver uma blusa incrível,… coloque na balança e compre a calça e a blusa pelo preço pensado só para a calça. Isso parece ridículo, mas é possível, principalmente se você costuma gastar um pouco mais.

Uma dica ainda é comprar roupas básicas e discretas e variar nos acessórios, só a bolsa/colar/relógio e o calçado já fazem muita diferença. Ou mesmo um colete ou blusa de manga leve jogado por cima e nem parece que usou a mesma blusa na semana passada. Dobrar manga, colocar pra dentro da calça,…são inúmeras as opções.

Mas fora meu lado pão-duro, vamos a umas dicas de conservação:

Lavar sempre com água fria, pois água quente estraga a trama de qualquer tecido e o faz rasgar, assim como a água sanitária, evite. Já existem outros produtos branqueadores que fazem o trabalho, num pote rosa…

Acontecendo algum acidente com a roupa, separe-a junto com outras que precisem ser arrumadas, encurtadas, pregar botões,…para fazer tudo de uma vez, com maior motivação.

Dica mais profí: Evite lavagem a seco  Máquinas de lavagem a seco usam tetrachloroethylene, uma substância cancerígena. Procure lavanderias que trabalhem com “wet cleaning” ou CO2 líquido. Muitas peças que antes eram lavadas a seco agora podem ser lavadas a mão, especialmente as de seda, lã e linho. Fique de olho nas etiquetas. Se você preferir recorte as orientações e cole em um pequeno caderno ou guarde em uma caixinha para conferir quando precisar.

Compre peças usadas, troque com amigas, acessórios então, saem muito mais em conta, mas não esqueça de lavar tudo com desinfetante, sim desinfetante do tipo “Pinho… “esses mesmo, 1/3 de copo, mas diluído na água (naquela parte da máquina onde diz Alvejante), “pelamordedeus”, o mesmo vale pra roupas íntimas, roupas de cama e toalhas.

Roupas brancas com manchas de suor, utilize vinagre branco, meio copo é o suficiente. Faz o milgare;

Junte muita roupa antes de lavar, para economizar na água, luz, sabão e amaciante (e serviço). Acostume-se a deixar as roupas de molho de um dia para o outro.

Na hora de estender, pense em quem vai ficar horas debruçado sobre a mesa e depois é você que vai aguentar a pessoa reclamando de dor nas costas. Estenda sem esticar para evitar que deformem, dê aquela sacudida básica que também ajuda;

Se estiver procurando por uma lavadora nova, verifique se possui selo de economia energética (no Brasil, do Inmetro). A mesma dica vale para os ferros elétricos.

Muitas empresas, além de cuidarem da natureza, investem em sustentabilidade e responsabilidade social. Valorize e incentive esse tipo de ação. Procure saber onde ficam as fábricas das empresas que você compra. Muitas multinacionais utilizam abordagens de mercado que incluem maximizar o lucro e deixar de lado preocupações humanitárias, como a luta pelo fim da exploração de mão-de-obra infantil e escravidão (problemas comuns em países latinos, asiáticos e africanos).

Ao optar por blusas de PET, pense se você não é alérgico a sintéticos, orgânicos como algodão são sempre mais confortáveis e permitem a transpiração sem causar alergias, etc. (Inclusive roupas íntimas)

Observe aquelas roupas e acessórios antigos e descubra um potencial fashion adormecido. Caso não agrade a ideia, reúna o que não precisa mais e leve a entidades carentes. Se nós não encontramos novidade, outros encontrarão. Não é porque aquele vestido não está na próxima tendência que ele merece ir pro lixo. Se for algo que de-jeito-nenhum-você-usará-novamente, venda, troque, doe. Há muita gente no mundo precisando de ajuda. Fique informado sobre ONGs e entidades que prestam auxílio a pessoas necessitadas. Colabore com movimentos de apoio a vítimas de catástrofes climáticas (como enchentes e tempestades). É uma maneira de amenizar as consequências do aquecimento global e motivar uma mudança. Com inf da Eco Trends & Tips

Sementeiras feitas com rolos de papel higiênico,

sementeiras papel higienico

Todo mundo que é apaixonado pelo meio ambiente já quis ter ou tem plantas em casa. Mas, não simplesmente plantar algo já crescido, muito menos artificial. A diversão está em plantar a semente e cuidar até que cresça forte e bela. Um jeito bem sustentável e interessante de se fazer isso é utilizar rolos de papel higiênico como sementeiras!

A ideia é bem simples e a foto acima é autoexplicativa. Corte rolos de papel higiênico ao meio e coloque-os um ao lado do outro. Não esqueça de agrupá-los dentro de um recipiente, pois você irá adicionar terra e água. A dica é colocar pedras no fundo para a água não carregar a terra junto. Depoisplante a semente e cuide da terra adicionando água quando necessário.

Para o sucesso total da sua pequena plantação, informe-se sobre os períodos de melhor geminação de cada semente que você deseja plantar. Além disso, procure outras dicas sobre como cuidar, quantidade de água a adicionar. Saber, por exemplo, que na fase inicial não deve-se deixar a planta exposta diretamente ao sol, é muito importante. Após o crescimento, você pode transportá-la para um vaso.

Além do próprio benefício de plantar, há também aqueles que ensinam aos filhos, alunos, etc. Passar esse conhecimento adiante, para as novas gerações, pode fazer uma grande diferença. E mais, por ser um aprendizado “mãos na massa” e divertido, as crianças tendem a guardar mais facilmente. Talvez você estará educando mais um apaixonado pela natureza!

Reciclando meias-calças.

Apesar de serem unanimidade nos guarda-roupas femininos, as meias-calças são pelas frágeis e delicadas, e podem ser usadas apenas algumas vezes, mas logo rasgam ou desfiam. Para não deixar de usar meias finas e ainda assim colaborar com o meio ambiente, é possível reaproveitar as peças para soluções úteis para o dia a dia. Quer ver?

Amarradores de cabelo – Esse truque é válido desde o tempo das nossas avós: corte as pernas das meias em tirinhas e use-as para prender os cabelos! Além de renderem dezenas de amarradores, as meias são mais resistentes e não arrebentam os fios, como os elásticos tradicionais.

Faixas de cabelo – Não estamos sugerindo que você saia na rua com tiras de meia-calça na cabeça, mas utilizar as partes da cintura e da coxa da peça como faixas pode ser útil na hora de limpar a pele ou fazer a maquiagem. Tem ainda quem aposte no truque para fazer faxina sem se incomodar com a franja!

Recuperar tarraxinhas de brincos – Ao colocar um pedaço da meia no bocal do aspirador, você consegue recuperar tarraxinhas, alfinetes e outros objetos minúsculos que podem ter sido aspirados durante a limpeza.

Limpar sapatos – Aprendemos a dica com um experiente engraxate, e é uma maravilha! Depois de encerar os sapatos, passar um pedaço da meia por todo calçado dá um brilho incrível e ainda tira o excesso de produto.

Conservar cebolas – Essa também é uma dica antiga! Não é um charme para decoração, mas muitas pessoas, principalmente de áreas rurais, utilizam as meias para conservar as cebolas por mais tempo. Corta-se a meia-calça velha em tiras e pendura-se os pedaços, já com os bulbos dentro.

Transplante de plantas – Na hora de tirar o vaso do lugar, a meia tem uma função especial: ao ser colocada no fundo do recipiente, ela funciona como um filtro, impedindo que a terra escape.

Enchimento – Se  você tem uma gaveta cheia de meias-calças desfiadas, saiba que elas são ótimas para dar um “up” às almofadas e travesseiros meio murchos. A dica vale também para bichinhos de pelúcia!

Um litro de luz, como assim?

A criatividade e a sustentabilidade sempre andaram juntas. Seja como um meio de atrair ainda mais pessoas às causas ecológicas ou para ultrapassar o obstáculo que é produzir sem agredir a natureza. Os filipinos provaram na prática que com criatividade você pode realmente fazer muita coisa em prol do planeta, até lâmpadas com garrafas PET!

Hoje em dia, a energia elétrica não é muito valorizada pela maioria da população mundial, pois já passaram a considerá-la como básica. Entretanto, em muitas partes do mundo há milhares de famílias vivendo sem. E esse é o caso das Filipinas: poucas casas têm acesso à energia. Assim, precisaram ser criativos para colocar um pouco de luz dentro de casa, sem gastar.

Projeto “Um litro de luz”: eles pegaram um pedaço de metal, fizeram um furo no meio e colocaram uma garrafa PET cheia de água; depois encaixaram em um furo no teto da casa. Pronto! Com efeito equivalente a uma lâmpada de 50 ou 60 watts, a luz do sol refletiu na água e se espalhou pelo quarto. Claro que durante a noite o escuro ainda seria um problema, mas ter luz dentro de casa, sem custos, mesmo que apenas na parte do dia, já é um grande progressos para essas famílias.

lampadas de garrafas pet