OURO. Nova técnica para um garimpo menos nocivo.

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Por causa de suas propriedades, o ouro tem importantes funções na tecnologia: é muito utilizado nas áreas da computação, comunicação e engenharia, além de servir de matéria-prima para diversos produtos. Ele é também usado na eletrodeposição, em que as superfícies de conexões elétricas são cobertas com uma camada de ouro, assegurando uma conexão de baixa resistência elétrica e mais resistência à oxidação – esse processo também serve para aumentar a beleza e o valor de algumas peças. Nos satélites, é utilizado como cobertura protetora por ser um bom refletor de luz. Por formar amálgamas com o mercúrio, é algumas vezes empregado em restaurações dentárias. Na medicina, há o isótopo de ouro 198Au, que é usado para tratar alguns cânceres e outras enfermidades. Já o ácido cloroáurico é usado em revelação de fotografias.

Algumas formas de cianeto menos tóxicas se degradam rapidamente na luz do sol, mas outras formas podem persistir por alguns anos. Quando são descartadas no ambiente ou ocorre algum vazamento, as terras, rios e lagos ao redor podem ficar estéreis por tempo indeterminado. No caso de rios, suas águas correnteza abaixo ficam contaminadas e a vida que dele depende acaba morrendo devido à intoxicação. Pensando na sustentabilidade, as empresas de mineração passaram a transformar o cianeto em uma forma menos tóxica e mais sustentável antes de descartá-lo. Eles revestiram com um forro impermeável seus locais de descarte e fizeram o mesmo abaixo de suas operações de lixiviação. Com isso, essas empresas afirmam que se trata de um risco aceitável, mas ainda ocorrem muitos vazamentos que prejudicam os arredores das minas.

Os efeitos do cianeto no homem – Devido à alta toxicidade, o cianeto se torna um forte veneno para o homem. Seus sintomas estão diretamente relacionados à dose de cianeto, à via de exposição e ao tipo do composto. Os sintomas a uma exposição leve de cianeto são: dor de cabeça, agitação, náuseas, desmaios, vômitos, confusão e incontinência. Já em caso de exposição a concentrações mais elevadas, os sintomas são: hipertensão seguida de hipotensão (diminuição da pressão arterial), taquicardia seguida de bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), dispneia (dificuldades para respirar), descoordenação de movimentos, convulsões, cianose, coma e disfunção cardíaca ou respiratória, que pode ser fatal.

Além de ter sido utilizado em suicídios durante a segunda guerra mundial, também foi a base do gás Zyklon B (Ciclone B), usado nos campos de extermínio. Nos Estados Unidos, ele serviu como forma de aplicação da pena capital na câmara de gás, mas foi abolido por causar morte dolorosa e lenta.

Método proibido – Foi pensando no meio ambiente e nos animais que a Alemanha, República Checa, Hungria, Costa Rica, os estados de Montana e Wisconsin dos Estados Unidos e muitas regiões da Argentina baniram a mineração do ouro com essa técnica. Ainda assim, quase 90% de todo o ouro extraído em todo o mundo é feito pela cianetação.

Nova técnica

Cientistas da Universidade Northwestern, nos EUA, descobriram acidentalmente que o cianeto pode ser substituído por amido de milho. O processo envolve inúmeras e complexas reações químicas e oferece uma alternativa barata e ambientalmente amigável.

A descoberta surgiu enquanto eram realizadas pesquisas sobre a construção de estruturas para armazenar gases utilizando ouro e amido. A mistura dos dois acabou resultando em uma maneira inusitada de isolar o metal de qualquer outra substância. Agora, os pesquisadores esperam que essa nova técnica possa ser utilizada em grande escala, como uma maneira barata e não tóxica de extração de ouro.

info: e-cycle

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Bebedouros públicos.

Ativista ambiental israelense Itay Tayass-Zamir dispensa garrafas plásticas e apresenta o bebedouro público do novo milênio, com design atraente e promessa de sustentabilidadeBebedouro

Daniela Kresch – Especial para O Globo – TEL AVIV – Há quatro anos, o advogado e ativista ambiental Itay Tayass-Zamir, decidiu fazer jogging nas ruas de Tel Aviv com seu filho de colo. Saiu empurrando o menino dentro do carrinho de bebê e após alguns quarteirões, descobriu que tinha esquecido de levar água para beber. Depois de buscar em vão por um bebedouro público, Itay concluiu que alguma coisa estava errada numa cidade onde, por conscientização ou por falta de vagas para estacionamento, milhares de pessoas andam de bicicleta ou a pé diariamente. – Não consegui encontrar um bebedouro público sequer no meu caminho – conta Itay, hoje com 36 anos. – Fiquei impressionado. Como me importo com o meio ambiente, comprar uma garrafinha plástica com água não era uma opção. Naquele momento, pensei que algo deveria ser feito. Deve haver alguma forma mais sustentável de beber água em locais públicos. A frustração do advogado acabou se traduzindo numa iniciativa urbana inovadora para suprir a população das cidades com água potável e gelada: a primeira máquina de venda de água desenhada especificamente para ambientes públicos urbanos, criada por sua empresa empresa Woosh Water Systems. Saem de cena as conhecidas fontes metálicas que causam nojo em muita gente e, em seu lugar, entra a versão moderna, com design atraente e, acima de tudo, com promessa de limpeza. O motivo: a boca dos usuários não chega perto do local de onde a água sai. Nada de lavar as mãos ou dar de beber a cachorros e gatos. – O objetivo é que as pessoas percam o medo de beber água nas ruas. E mais do que isso, que abandonem as garrafinhas d’água. Somos contra o uso de copos ou garrafas plásticas, que depois são jogadas nas ruas ou se juntam ao lixo urbano – explica Itay. – O mundo está afundando em garrafas plásticas. São 200 bilhões fabricadas anualmente. Só um percentual pequeno é reciclado. O modelo da Woosh requer a colaboração das prefeituras de cidades que querem se tornar sustentáveis. Cabe às autoridades locais instalar as estações de água e decidir como o serviço será oferecido a seus cidadãos. A água pode ser consumida gratuitamente ou não. O transeunte utiliza um cartão magnético ou chip distribuídos gratuitamente – e, caso tenha que pagar, um cartão de crédito. Também há a possibilidade de inscrição pela internet ou por um aplicativo de smartphone e o uso de códigos e senhas. O preço? Muito mais em conta do que comprar uma garrafa d’água em quiosques ou supermercados: cerca de 50 centavos de dólar por litro (algo em torno de R$ 1). Em Tel Aviv, por exemplo, uma garrafa de 300ml chega a custar o equivalente a R$ 6. Pagando ou não, o cidadão só precisará esperar alguns segundos até que sua garrafa seja desinfetada pela máquina e depois recheada de água potável e gelada. Parte da patente da Woosh é justamente o sistema rápido de desinfecção das garrafas com ozônio (O3) e a limpeza e refrigeração da água. Cada estação pode servir 4 mil litros de água por dia. A empresa explica que o sistema detecta e se acopla à tubulação de água da cidade para oferecer água limpa a quem estiver nas ruas. A primeira prefeitura a se entusiasmar foi a de Tel Aviv. Em junho, o primeiro projeto piloto saiu do papel: sete bebedouros modernos Woosh foram instalados pela cidade, que oferecem água de graça a quem se inscrever no site da empresa. O objetivo é chegar a 100 em poucos meses. Já há negociações também com escolas, clubes e universidades. Em abril, o sistema foi apresentado na sede das Nações Unidas, em Nova York. Depois do piloto em Tel Aviv, Itay tem muitos planos. Ele afirma ter começado negociações com diversas grandes cidades pelo mundo, em países como Estados Unidos, Canadá, Alemanha e até mesmo o Brasil. A primeira cidade que se mostrou interessada foi Belo Horizonte. Mas o empreendedor está de olho nos grandes eventos esportivos dos próximos anos. Espera que estações de água Woosh sejam espalhadas pela Vila Olímpica das Olimpíadas do Rio, em 2016. Por enquanto, o projeto piloto em Tel Aviv está sendo aplaudido pelos transeuntes, mas também enfrenta algumas críticas. Alguns cidadãos reclamam que essa inscrição no site para poder consumir a água do bebedor é complicada e viola a privacidade do consumidor. Isso porque o site requer telefone e outras informações pessoais. Outros reclamam que é impossível beber água se o transeunte não tiver uma garrafa -descartável ou não – com ele. E que a altura da máquina impossibilita seu uso por crianças ou cadeirantes. Por sua página no Facebook, os empreendedores prometeram levar as reclamações em conta e encontrar soluções criativas para que as maquininhas Woosh – e a água que sai delas – caiam no gosto do povo.

Luxo é pagar conta de luz com lixo.

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Qualquer medida sustentável é sempre boa para o planeta e beneficia direta ou indiretamente a todos os seres vivos, melhor ainda se for boa também para o seu bolso. No Ceará, a concessionária de energia do estado recebe material usado, como plástico,vidro, papel,  alumínio, e até óleo de cozinha, em troca de abonos progressivos na conta do consumidor final.

No Projeto, chamado de ECOELCE, o lixo que antes era 100% descartado diretamente in natura, causando grande impacto ambiental, sobretudo no entorno das comunidades de baixa renda, virou moeda de troca. Para isso, basta que o material seja previamente separado e entregue diretamente em um dos 59 pontos de coleta do estado. Lá, ele é pesado e há uma cotação diferente em reais para cada material. O bônus é creditado em uma espécie de cartão eletrônico e o consumidor ainda pode acompanhar a sua contribuição mensal pelo website da distribuidora.

Após quatro anos de projeto, há diversas famílias que não pagam a conta há meses consecutivos, desembolsando dinheiro.  Em locais onde não há ponto fixo de coleta, a própria comunidade se mobiliza, criando postos temporários em associações de moradores ou outras instituições comunitárias. A ação do projeto trouxe ainda solução para dois graves problemas que a distribuidora antes enfrentava: a alta taxa de inadimplência e o furto de energia, a partir das ligações clandestinas, popularmente consagrada como “gato”. O pioneirismo dessa iniciativa foi reconhecido em âmbito internacional. O Ecoelce foi eleito em 2008 um dos dez vencedores do World Business and Development Awards, entregue pela ONU às empresas que mais contribuíram para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

Refresque o ar da sua casa sem produtos tóxicos.

Não é à toa que chamamos a nossa casa de nosso lar. Queremos sempre mantê-la limpa, organizada e com um ar puro para revigorar-nos quando chegamos cansados do trabalho. Mas, infelizmente, alguns produtos que usamos para isso não são tão adequados, contendo algumas partículas tóxicas que podem nos trazer problemas no futuro. Que tal uma ajudinha para purificar sua casa de forma saudável?

Muitos dos purificadores de ar em spray ou tomada, além de jogarem partículas tóxicas no ar, não eliminam os odores, apenas os mascaram. Ao optar por purificadores ecológicos e orgânicos, você dará ao seu lar uma cara muito mais gostosa e saudável, dando mais segurança aos seus filhos e animais de estimação.

Você pode até encontrar produtos comuns não-tóxicos, mas irá desperdiçar energia conectando-os na tomada, por exemplo. Hoje em dia, purificadores de ar à base de plantas são bem fáceis de achar também. Até porque, os produtos ecologicamente corretos evitam testes com animais! Mas, lembre-se de prestar atenção no rótulo. Afirmar ser natural e inodoro não garante que seja ecológico.

E você ainda pode ir além e personalizar o seu próprio purificador de ar. Veja algumas dicas:

  • Abrir as janelas;
  • Adicione plantas, elas melhoraram significativamente a qualidade do ar interior, removendo o dióxido de carbono e outras toxinas;
  • Deixar pequenos frascos com bicarbonato de sódio ou vinagre em toda a casa para absorver odores desagradáveis;
  • Ferver especiarias como cravo e canela em uma panela cheia de água tira odores e adiciona um aroma delicioso ao ar;
  • Queimar soja pura e velas de cera de abelha com chumaços de algodão também ajudam a limpar o ambiente;
  • Saquinhos de ervas orgânicas espalhados por toda a casa deixam uma fragrância sutil.

Plantas refrescam ar da casa

Fonte: Ciclo Vivo

Faça você mesmo: reutilize materiais e decore sua casa!

Se pensarmos no futuro dos materiais antes de jogá-los fora, vamos nos dar conta de quanta coisa legal pode ser feita com eles. Hoje, vamos mostrar que a criatividade aliada à vontade de fazer pode render móveis novos e decorações incríveis!

Mas se você está sem ideias, mas com muita vontade de fazer, aí vão algumas dicas bem bacanas:

Super diferente, um palete de madeira ou aquela caixa de feira pode ser pintada e transformada em mesinha.

Faça você mesmo

As calhas podem virar prateleiras para livros, revistas ou até suporte para quadros. Legal este cantinho da leitura para a garotada, né?

Faça você mesmo

Nesta peça a criatividade foi mais longe. Uma cabine telefônica transformada em sofá. Eu quero um desses!

Faça você mesmo

Um piano antigo pode virar uma linda estante para livros.

Faça você mesmo

Além de malas e caixas de instrumentos que tem a forração necessária para…

Prefira água da torneira!

Há polêmicas acerca do hábito de beber água diretamente da torneira. Enquanto certos estudos afirmam que o ato evita cáries, devido ao flúor existente no líquido, outros afirmam que a mesma substância pode ser altamente danosa à saúde. Para evitar problemas, existem diversos modelos de filtros, desde os antigos feitos com barro, até os mais recentes modelos elétricos.

Independentemente da sua escolha, o recomendável é deixar de lado a água engarrafada. Além das consequências em relação ao descarte inadequado e à fabricação (que emite CO2), o custo da água engarrafada é muito maior do que o de filtrar a água da torneira.

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As garrafas de água, na grande maioria das vezes, são feitas de um tipo específico de plástico derivado do petróleo chamado politereftalato de etileno, comumente conhecido como PET. De acordo com matéria publicada na revista National Geographic, os EUA, maior consumidor mundial de água mineral engarrafada, supre sua demanda anual com o equivalente a 29 bilhões de garrafas, para as quais a produção envolve cerca de 17 milhões de barris de petróleo na manufatura do PET. Uma quantidade considerável, sobretudo ao pensarmos que se trata de um produto praticamente descartável. Isso mesmo, uma quantidade enorme de energia envolvida para que utilizemos somente uma vez o produto. De certo importa as reciclabilidade do material, mas não devemos esquecer o investimento em energia e logística necessários à reciclagem e, sobretudo, que somente uma fração do produto acaba sendo reprocessado.

Enfrentando o problema

O IPEA aponta que, no Brasil, entre os anos de 1974 e 2003, houve um aumento no consumo de água mineral por famílias, de 5.694%. A ideia seria diminuir o consumo de água engarrafada ao mínimo necessário. De acordo com o Ministério da Saúde, a Anvisa e as empresas de saneamento estaduais afirmam que a água que sai da torneira das residências é própria para consumo imediato.

Mesmo assim, o mais indicado para o consumo de água em casa seria a combinação da filtragem e a não geração de mais lixo, assim como a precaução contra a possibilidade de exposição da saúde a riscos desnecessários (potencialmente associados ao consumo de água engarrafada em embalagens plásticas). Os filtros domésticos são boas opções. Alguns dos modelos utilizam energia elétrica, mas há outros que não requerem o consumo de eletricidade. Dos filtros não movidos a energia elétrica, uma boa alternativa é o Pure It, da Unilever, pois além da economia de energia, não exige conexão com a tubulação e possui, como se espera, tecnologia microbicida eficaz. A capacidade de filtragem do kit purificador declarada pelo fabricante é de 750 litros. Variações de preços podem ocorrer, mas ao considerarmos o custo do litro de água engarrafada à razão de 1 real o litro, o valor alcançado no consumo dos 750 litros será superior a três vezes o valor do aparelho.

Dicas de aproveitamento de alimentos na cozinha.

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A água do cozimento das batatas acaba concentrando todas as vitaminas. Aproveite-a, juntando leite em pó e manteiga para fazer purê ou a base para uma sopa;

As folhas da cenoura são ricas em vitamina A e devem ser aproveitadas para fazer bolinhos, sopas ou picadinhos em saladas. O mesmo pode se dizer das folhas duras da salsa;

Ao fritar as batatas não tire a casca, ou tire e frite/asse servindo como aperitivo. No caso de bolinhos com batatas raladas, mantendo a casca ficam muito mais saborosos;

Com as cascas das frutas (ex: goiaba, maçã, abacaxi, etc), pode-se preparar sucos batendo-as no liquidificador. Este suco pode ser aproveitado para substituir ingredientes líquidos dando sabor aos bolos;

Os talos de couve, agrião, beterraba, brócolis e salsa, entre outros, contém fibras e vitaminas e devem ser aproveitados em refogados, no feijão e na sopa, para o preparo de suflês ou como recheio de tortas;

Os talos do do agrião contêm muitas vitaminas, em especial a vitamina C, importante para combater infecções, como a gripe. Refogue com tempero e prepare um omelete com ovos batidos;

Evitando que alimentos estraguem.

Quando se ouve falar em ajudar o planeta, ajudar o meio ambiente,logo pensamos longe… “não desmatar florestas” e “não jogar lixo no chão”. Mas é no dia-a-dia que podemos fazer a diferença. O consumo sustentável, ou seja, a busca por evitar o desperdício é o caminho. Por exemplo, economizar no uso e compra do papel utilizando tecidos laváveis ajudará na preservação das árvores e a reutilização de materiais e o consumo deles por inteiro diminuirá o acúmulo de lixo.

Baseado nesses princípios, evitar o desperdício dos alimentos é fundamental na preservação do nosso planeta. Primeiro, a compra em excesso acarreta a produção em excesso e assim muita coisa é retirada da natureza sem necessidade. Segundo, comprar o necessário faz com que você consuma o necessário e você acaba economizando na parte financeira, que sempre é importante! A partir do site Atitude Sustentável e minhas observações de dona de casa, aqui vão algumas dicas para evitar o desperdício de alimentos

1. Na hora das compras da semana, defina a carne ou o prato principal para 4 ou 5 dias, nos outros, certamente será possível reaproveitar alguma coisa, incluindo jantares e cafés da manhã com omeletes diversificadas, por exemplo.

2. Quando necessário comprar mais de um produto, ou mais de uma variedade de fruta, evite esconder os alimentos mais antigos e lembre que eles vão estragar primeiro, então se você vê-los, pense duas vezes se não é melhor pegá-los ao invés de outro mais fresco. No caso de frutas, sucos são uma ótima ideia.

3. Evite fazer estoque de produtos na geladeira. Veja também que frutas e legumes devem ficar nas gavetas ou embalados (de preferência em embalagens com tampa ou saquinhos transparentes). O importante é ver o que de fato você tem em casa.

4. Deixe tudo visível e organizado nos armários também, seja com potes rotulados e deixe à mão uma lista para anotar o que acabou ou o que vai faltar, assim que você perceber. Vários potes de sorvete brancos com tampas vermelhas, são ótimas para guardar arroz, farinha, açúcar.

5. E por fim, tente lembrar (ou planeje) o que tem em casa que pode ser útil quando for elaborar o cardápio da semana. Comprar ítens repetidos, então…pecado alimentício, troque um lanche pela fruta que iria para o lixo.

Cestinho retangular de jornal. Simples e muito bonito!

A ordem do dia é reciclar, então vamos aproveitar os jornais, que depois de lidos vão para o lixo.

Passo a passo em Cestinho retangular de jornal.

O jornal é uma ótima matéria-prima para compor caixas organizadoras artesanais.
cestadepapel_533_28.07.11Materiais utilizados no passo a passo de reciclagem:
• Caixa de papelão resistente
• Caixa térmica de EPS pequena
• Trincha Tigre nº 571- 3/4”
• Cola branca Poly Fix
• Corante à base de água na cor verde
• Tinta látex na cor branca
• Pregadores de roupa
• Folhas de jornal
• Palito de churrasco
• Tesoura
• Verniz geral
• Caneta
• Faca
 
Para fazer o canudo, corte uma folha de jornal em três partes iguais, usando a faca.
No canto da folha, posicione o palito de churrasco na diagonal e faça uma pequena dobra.
Enrole o palito para formar o canudo de jornal.
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Ao terminar de enrolar, aplique a cola branca na ponta do canudo.
Para a base da peça, corte 2 abas da caixa de papelão no tamanho de 26 X 18 cm.
Espalhe a cola branca em um dos lados da base e cole-a no jornal.
Dobre as pontas para dentro e cole-as. Faça o mesmo com a outra base.
Coloque um canudo em cada canto da base. Na lateral menor, coloque mais 3 canudos, como mostra a foto.
Sobre os canudos dos cantos, posicione mais um canudo. Repita o passo na outra lateral menor.
No lado inferior, coloque mais 6 canudos, deixando o mesmo espaço entre eles. Lembre-se de deixar os canudos das pontas por cima dos canudos dos cantos.
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Na outra lateral maior, coloque 7 canudos, deixando os canudos das pontas por cima dos canudos dos cantos.
Coloque um canudo junto com o primeiro canudo da lateral, para que ele seja o tecedor. É importante que o número de canudos pilares seja sempre ímpar.
Espalhe uma boa quantidade de cola branca sobre a peça.
Encaixe a outra peça da base por cima. Coloque qualquer tipo de peso em cima e deixe secar de um dia para o outro.
Após forrar a caixa de EPS com plástico, posicione a peça de jornal, deixando os canudos para baixo.
O trabalho será começado pelo canudo tecedor – aquele posicionado junto ao canudo do canto.
Passe o canudo tecedor por baixo do próximo canudo.
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Procure ajustar o canudo na borda das bases, como mostra a foto. E passe o canudo tecedor por cima do canudo seguinte.

Quando o canudo ficar curto, encaixe outro na ponta, aplicando um pouco de cola.

Continue o trabalho até completar a primeira volta. Como o tecedor começou por baixo, ele tem que terminar por cima do primeiro canudo.
Faça mais 16 carreiras nesta sequência.
Comece mais uma carreira. Quando chegar na lateral menor, deixe o canudo central livre e dobre-o por cima do último desta sequência.
Volte o tecedor, passando-o por baixo do anterior. Ou seja, você vai passá-lo ao contrário do que foi feito na carreira anterior.
Ao chegar na outra lateral menor, faça o mesmo passo: deixe o canudo central livre e volte o tecedor para o outro lado,
intercalando. Ou seja, se na carreira anterior ele está por cima, agora, ele volta por baixo.
Repita este vaivém mais 5 vezes para começar a dar o formato do furo na lateral da caixa.
Use a tesoura para cortar o excesso do canudo tecedor.
Aplique um pouco de cola na sobra do canudo tecedor.

Encaixe esta ponta entre as tramas.

Para fazer o outro lado do furo, insira novo tecedor no canudo ao lado do central. Passe a cola e dê duas voltinhas sobre ele, para que a ponta fique virada para o lado oposto do furo.
Siga os mesmos passos para continuar o trabalho.Faça as 5 carreiras para completar o outro lado do furo.

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Prossiga, dando uma volta completa na peça. Nesta etapa, é normal o tecedor passar por cima de 2 canudos dos cantos.

Ao todo, complete 5 carreiras.
Terminadas as carreiras, corte a ponta do tecedor, espalhe a cola na ponta e esconda-a entre as tramas.
Agora, corte as pontas dos canudos com 5 cm de sobra.
Com cuidado, retire a peça do molde.
Esconda as pontas. Se o canudo tecedor passou por fora do pilar, dobre-o para fora.
Encaixe esta sobra, passando-o por entre 3 carreiras. Para isso, use a tesoura.

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Se o canudo tecedor passou por dentro, dobre-o para dentro da peça e esconda-o entre as tramas.
Para a trança de acabamento, use 9 canudos com as pontas intercaladas.

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Separe 3 grupos de 3 canudos. Cole os dois primeiros grupos com as pontas em diagonal.
O terceiro é colado entre os dois primeiros.
Comece a trança normalmente. Uma boa dica é trabalhar um canudo por vez.
Lembre-se de emendar os canudos até obter o tamanho desejado.
Aplique uma camada generosa para colar a trança em toda a borda da peça.
Corte o excesso da trança bem rente à outra ponta.
Espalhe a cola nas pontas da trança para que a junção fique perfeita.
Corte um pequeno retângulo de jornal para colar sobre esta emenda.

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Para impermeabilizar a peça, misture 1/2 copo de água com 4 colheres (sopa) de cola branca e espalhe-a na peça com a trincha nº 571.
Misture o corante na tinta látex até obter o tom desejado. Use a mesma trincha para passar duas demãos.

Os outros “R”s

Hoje fala-se muito em reciclagem, mas antes de reciclarmos nosso lixo precisamos começar a rapidamente reciclar nosso comportamento, nossas idéias, nossos hábitos. A Reciclagem é apenas um dos “R”, mas antes dele vem o Refletir  o Recusar e o Reutilizar.

Refletir – Até que ponto é necessário o consumo deste produto?

Quais as condições de sua produção – utilizou mão de obra barata, análoga à de escravos como a chinesa ou a de imigrantes como bolivianos e coreanos vivendo em condições sub humanas?

Respeitou a propriedade intelectual, patente, etc ou é uma cópia pirata?

Destruiu o meio ambiente em seu processo de produção?

Sua aquisição é absolutamente necessária?

Estou adquirindo um bem que terá quanto tempo de vida útil? O consumo e o descarte deste produto afetarão a natureza?

Recusar – Se não estou interessado no produto (venda de imóveis, por exemplo) porque deveria aceitar o folheto distribuído  ”gratuitamente”?

Embalagens muito sofisticadas são uma estratégia de marketing, sempre geram mais lixo.

Embalagens de isopor são aceitáveis para viagem, mas porque deveria aceitar tomar suco num copo de isopor, usar pratos e talheres plásticos na padaria? Este tipo de comportamento está se instalando no comércio de alimentos, mas se exigirmos o copo de vidro os comerciantes acabarão entendendo o recado.

No supermercado recuse colocar cada alimento num saco plastico e estes em uma sacola plastica. Coloque tudo junto, separe e pese e coloque novamente em um único saco plastico! Leve sua própria sacola de compras! Ano que vem isso será lei em São Paulo.

Reutilizar – Quanta coisa dá para fazer com uma embalagem antes de reciclar! Invente novos usos, reutilize tudo que puder.

Reciclar – A reciclagem utiliza energia, água e outras materias-prima, portanto não é o máximo que podemos fazer pelo planeta.  Se antes de colocar algo para Reciclar –  Refletirmos, Recusarmos e Reutilizarmos estaremos diminuindo nossa pegada no planeta.

Regenerar – A natureza precisa de um tempo e muito carinho para poder se recuperar dos abusos do homem. Que planeta vamos deixar para as futuras gerações? Haverá condições de vida se estragarmos irresponsavelmente a natureza? Se o ar for seco e poluído e não houver mais água limpa no planeta , se a terra estiver contaminada por produtos químicos e agrotóxicos , se os alimentos forem geneticamente modific